Inocente ou Culpada?

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Hoje, irei contar uma história engraçada, na minha visão é claro. (risos)

Eu tinha, acho que uns 8 ou 9 anos.

Naquela época, brincar na rua era muito divertido, sem horário, sem preocupação.

Éramos livres, mas claro que, só podíamos brincar, depois que fizemos nossas tarefas, 
rotina de escola e casa.

Na rua paralela a minha, brincávamos direto e, as amizades eram verdadeiras.

As brincadeiras eram variadas, sem maldades. 

Eu era tranquila, não brigava nunca.

Mas certa vez, e não me lembro o porque, estava eu em casa e do nada, subi no muro

e vi a Sônia e suas amigas na esquina. Riam muito e olhavam pra mim.

Com raiva e sem saber o motivo, desci do muro, peguei uma pedra de tamanho médio,

assoprei e disse: "Pedra, pedrinha, vou te jogar pra acertar a amiga 
Soninha. (joguei)

Acreditem, a pedra acertou a cabeça dela. E, olha que a distância era grande. 

Entrei correndo pra dentro de casa.

Passado alguns minutos, a mãe dela aparece junto dela no portão. Xingava muito, mostrava o sangue no pano, pouco, mas sangrava. 

Minha mãe segurando minha orelha, exigia que eu pedisse desculpas.

Arrependida e com vergonha, me desculpei. Nos abraçamos e prometi nunca mais fazer isso.

E, nossa amizade ainda continuou por muitos anos, mas confesso que, até hoje, não sei o motivo das risadas e da minha reação.

Quando conto essa história, o povo meio que fica tentando justificar o acontecido. (risos).

Minha Primeira Lembrança/História


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Eu estava ansiosa, iria conhecer o menino que eu já paquerava algum tempo.

Frequentávamos o Centro Educacional (Clube), todos os fins de semana,

eu o via nadando e se divertindo com amigos. Ficava de longe observando.

Trocávamos olhares, sorrisos. Eu era muito tímida, criança ainda.

E, foi então, que um dia, ele se aproximou de mim e disse:

_Depois do banho de piscina, quero te conhecer, conversar, pode ser?

Concordei, me tremendo toda. Minhas irmãs estavam junto e me apoiaram. 

Saí da piscina, tomei meu banho. Passei na lanchonete e comprei um chiclete "Babalu" de menta.

Quem sabe não sairia um beijo. (rsrs)

Nos encontramos num local quase na entrada do clube, parecendo uma pracinha. 

Sentamos e conversamos sobre alguns assuntos.

Eu quase não conseguia conversar e, sabem porquê?

O chiclete era enorme enchendo a minha boca. Não sabia se cuspia fora. Que vergonha! 

Acho que ele percebeu, tanto que se despediu e foi embora.

Não lembro quanto tempo ficamos ali, mas lembro bem da vergonha que passei.

Fiquei um tempo sem aparecer no clube, mas quando retornei, não o vi mais.

Só me lembro do seu nome e das minhas irmãs me zoando, nada mais.






         

                                                             FOTO RETIRADA DO GOOGLE Hoje, como prometido, vou falar de algo na infância com...