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| FOTO TIRADA DO GOOGLE |
Hoje, irei contar uma história engraçada, na minha visão é claro. (risos)
Eu tinha, acho que uns 8 ou 9 anos.
Naquela época, brincar na rua era muito divertido, sem horário, sem preocupação.
Éramos livres, mas claro que, só podíamos brincar, depois que fizemos nossas tarefas, rotina de escola e casa.
Na rua paralela a minha, brincávamos direto e, as amizades eram verdadeiras.
As brincadeiras eram variadas, sem maldades.
Eu era tranquila, não brigava nunca.
Mas certa vez, e não me lembro o porque, estava eu em casa e do nada, subi no muro
e vi a Sônia e suas amigas na esquina. Riam muito e olhavam pra mim.
Com raiva e sem saber o motivo, desci do muro, peguei uma pedra de tamanho médio,
assoprei e disse: "Pedra, pedrinha, vou te jogar pra acertar a amiga Soninha. (joguei)
Acreditem, a pedra acertou a cabeça dela. E, olha que a distância era grande.
Entrei correndo pra dentro de casa.
Passado alguns minutos, a mãe dela aparece junto dela no portão. Xingava muito, mostrava o sangue no pano, pouco, mas sangrava.
Minha mãe segurando minha orelha, exigia que eu pedisse desculpas.
Arrependida e com vergonha, me desculpei. Nos abraçamos e prometi nunca mais fazer isso.
E, nossa amizade ainda continuou por muitos anos, mas confesso que, até hoje, não sei o motivo das risadas e da minha reação.
Quando conto essa história, o povo meio que fica tentando justificar o acontecido. (risos).

